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"Garota simples vinda de uma família muito pobre e particularmente tradicional, que morava lá na Níger com os pais e os avós. Annie Brook 24 anos nascida em 14 de Abril. Fora uma luta muito dura pra conseguir chegar onde cheguei pra acabar assim. Tinha uma técnica muito boa com argila pra fazer bonecos, fora a única coisa que aprendi a fazer quando estava em Níger. Foram vários dias de viagem, passando por vários países até chegar em Nova York. Oh! New York, cidade onde sempre quisera conhecer. Eu ganhava pouco não me lembro quanto, mais não dava pra comprar mais que uma roupa por dia. Não me importara com homens, nem com nada disso. Mais aquele dia tinha sido diferente. The Cornelia Street Cafe um dos lugares mais frequentados da cidade de Nova York, o que vocês devem estar pensando. Uma garota que ganha pouco, faz bonecos de argila, como pode estar em The Cornelia Street Cafe? Eu fora lá tomar uma ”soup” ou seja, sopa que é uma das coisas mais baratas por lá. Conheci um homem muito gentil e inteligente, ele era rico mais eu não me interessei por seu dinheiro. Contei-lhe minha história de vida e ele achou muito legal! Me chamara pra ir na casa dele, dissera que era um jantar entre amigos. Mais que jantar que nada! Queria mesmo era se deitar comigo, fizemos um pouco de ”amor” e fui embora. Dia seguinte, ele pedira-me em namoro, fiquei emocionada mais do que isso. Fiquei pensando por vários dias a seguinte questão: ”Como pode um homem rico, querer alguém como eu?” Eis a questão! Depois de vários e vários meses ele me pedira em casamento, fiquei muito mais emocionada do que antes, moramos juntos e até pensamos em ter um filho mas… Nunca consegui que isso fosse possível. Dia de noite, ele não estava em casa. Liguei, liguei e liguei! Mais ele não atendeu, pensei o que será que deve ter acontecido com o ”homem da minha vida”? Homem da vida que nada! Estava me traindo com uma daquelas prostitutas, como eu soubera? Uma amiga vira ele com ela. Do nada bateu uma sensação que eu nunca teria sentido, aquela sensação de dor e raiva ao mesmo tempo sabe? Eu achava que podia ser eterno, mais agora já não sei mais nada. O amor que amamos, sonhamos era verdadeiro? Acho que não, eu era bobinha… sei disso. Agora eu sei porque quiseras ficar com uma menina de um país pobre, pois eu não sabia nada da vida. Nada! Eu escutara várias vezes por várias mulheres de como elas diziam que os ”homens não prestam”… Agora eu soubera o porque."
~ Annie Brook (via seductive-bitch)
"Ela: — Você sempre anda com o celular. Por que deixou ele tocar mais de três vezes? Eu só ia perguntar se você tomou seu remédio. E se tomou pelo menos dois litros de água. E se passou repelente antes de dormir. E se tomou banho depois do futebol. E se respondeu todos os seus e-mails importantes. E se pensou em mim. Um pouquinho. Dois pouquinhos. Ou um dia todo. Tudo bem, calma. Não se irrite, não desliga já não. Eu, na verdade, queria pedir o telefone daquele seu amigo que eu sempre achei bonitão, com aquele mega sorriso, barba mal feita e ainda usava golo pólo. Ele sempre foi melhor que você, não é? Fiquei com ele esses dias. Mas passei meu número errado e a gente perdeu o contato. Sabe o que ele usou no nosso primeiro encontro? Bermuda jeans. E abriu a porta do carro pra mim. Já você, usou aquelas bermudas de praia em pleno inverno e me carregou na garupa da sua bicicleta. Melhor ainda, ele segurou minha mão, usou um perfume doce e não exagerou na quantidade. Nunca o vi de regata. E os pais deles me acharam linda. Você acredita que ele até me pagou um almoço? E falou que eu conseguia manter a beleza comendo. Ele não se preocupou em olhar as garotas de shorts curtos. Nem mexeu no celular durante o encontro. O gosto musical dele é ótimo. E ele ainda topou em ver filmes de romance comigo. O cara é um príncipe. Não reclamou da minha risada escandalosa. Riu da minha piada sem graça. Limpou minha boca suja de sorvete e eu ainda passei o numero errado pra ele. Só porque o filha da puta não era você. Só porque ele não usava aquele seu perfume fedido. Só porque a gente não caiu na gargalhada depois que eu tropecei. Só porque aquelas blusinhas da Calvin Klein não eram as suas camisetas com campanha pra liberar a maconha sendo que você nunca tinha fumado nem narguilé. Eu passei a porra do telefone errado pro cara certo, esperando que a porra do cara babaca filha da puta ligasse pro número certo no meio da noite e falasse que tava tocando aquela música brega no rádio. Mas é que infelizmente quando ele abriu a porta do carro pra mim eu quis voltar no dia que você me pegou de bicicleta depois do cursinho de inglês e a gente foi parar numa praia sem areia. Por que diabos, eu tenho que preferir você rindo da minha boca suja do que ele limpando? Dá pra você me fazer o favor de tirar da minha cabeça esse seu sorriso amarelo e mais lindo do mundo? Dá? Pode ser? Eu tô precisando seguir minha vida, então para de postar nessas suas redes sociais que você tá seguindo a sua que me dá a porra de vontade de seguir você, pra gente casar no civil porque você morre sufocado dentro da igreja. Me faz a porcaria do favor de sumir de mim? Porque tá dificil carregar o fardo de babaca que ligou pro ex as 14h do dia 12 de Dezembro só pra comemorar os meses que eles não fazem mais, esperando que ele interrompa ela falando essas milhares de besteiras sem usar virgula, e pedir pra voltar, pode fazer isso logo?
— Desculpa, é a namorada dele aqui. Você quer deixar mais algum recado?"
~ Amanda, p-equenasereia. (via lost-t)

Precisa-se de loucos, urgentemente! O mundo ficará perdido em rol dos certinhos e sem nenhuma insanidade na cabeça. A onda gigantesca terá de oscilar pelo mundo, trazendo de volta os doidos para salvarem o planeta. Precisamos de mentes como Einstein novamente entre a mídia, entre os normais, entre a humanidade. O vírus alocinético terá de se espalhar, e tornar os chatos e aborrecidos com a vida, loucos, mas com fundamentos. Então vamos logo, acionem o estado de emergência, pois esta faltando um pingo a mais de irresponsabilidade, de divertimento, de esquecimento. Vamos ser feliz. Jogue pro alto os problemas e comece a se importar mais com você mesmo. Seja o louco da vez. Se ame, faça o que sempre teve vontade de fazer, aquilo que lhe faltava um pouco apenas de coragem para realizar. Cumpra com as suas metas, e com o lema da vida de ser feliz acima de tudo. Não precisa se igualar a Einstein, ter a sua tremenda inteligência paranoica, apenas absorva as suas insanidades e coloque-as em pratica. Que te chamem de lelé da cuca, que zombem da tua felicidade, porque você só terá ouvidos para os seus gritos e momentos de anormalidade. E acredite ficará feliz se soarem a você que precisas de um psicólogo, quer dizer que esta funcionando, conseguiste ultrapassar as barreiras da sociedade manipuladora, conseguiu eliminar de sua cabeça aquelas coisas que lhe afligiam e que não deixavam-te em paz para a sua busca interior, para o seu reconhecimento próprio, para a sua capacidade de ser feliz e amar a si mesmo. E pode-se afirmar que depois disto és um vencedor, pois não deu ouvidos e nem se importou com o que os outros pensariam de suas atitudes, apenas fez o que vinha na cabeça, sem pensar nos julgamentos que poderiam ocasionar depois. Entraste pro clube. Bem vindo ao mundo dos loucos, aqui a felicidade sempre reinará, e o futuro sempre será incerto e surpreendente. Apenas tome um certo cuidado com as camisas de força, elas são o nosso pior inimigo. E nada do que mais uma dose de insanidade para viver bem. Tome-a você também, é grátis. E assim entre para o mundo dos loucos, ainda temos vagas de monte, mas venha logo, não perca esta chance única de sentir realizado consigo mesmo, de se livrar dos problemas e encontrar nas suas insanidades a paz interior. Seja o próximo da vez, é um tanto que tentador. Afogue-se em suas paranoias e respire o ar da gargalhada sem fim. Apenas loucos, apenas felizes. - Julia Klasener, cacadorade-palavras.

Precisa-se de loucos, urgentemente! O mundo ficará perdido em rol dos certinhos e sem nenhuma insanidade na cabeça. A onda gigantesca terá de oscilar pelo mundo, trazendo de volta os doidos para salvarem o planeta. Precisamos de mentes como Einstein novamente entre a mídia, entre os normais, entre a humanidade. O vírus alocinético terá de se espalhar, e tornar os chatos e aborrecidos com a vida, loucos, mas com fundamentos. Então vamos logo, acionem o estado de emergência, pois esta faltando um pingo a mais de irresponsabilidade, de divertimento, de esquecimento. Vamos ser feliz. Jogue pro alto os problemas e comece a se importar mais com você mesmo. Seja o louco da vez. Se ame, faça o que sempre teve vontade de fazer, aquilo que lhe faltava um pouco apenas de coragem para realizar. Cumpra com as suas metas, e com o lema da vida de ser feliz acima de tudo. Não precisa se igualar a Einstein, ter a sua tremenda inteligência paranoica, apenas absorva as suas insanidades e coloque-as em pratica. Que te chamem de lelé da cuca, que zombem da tua felicidade, porque você só terá ouvidos para os seus gritos e momentos de anormalidade. E acredite ficará feliz se soarem a você que precisas de um psicólogo, quer dizer que esta funcionando, conseguiste ultrapassar as barreiras da sociedade manipuladora, conseguiu eliminar de sua cabeça aquelas coisas que lhe afligiam e que não deixavam-te em paz para a sua busca interior, para o seu reconhecimento próprio, para a sua capacidade de ser feliz e amar a si mesmo. E pode-se afirmar que depois disto és um vencedor, pois não deu ouvidos e nem se importou com o que os outros pensariam de suas atitudes, apenas fez o que vinha na cabeça, sem pensar nos julgamentos que poderiam ocasionar depois. Entraste pro clube. Bem vindo ao mundo dos loucos, aqui a felicidade sempre reinará, e o futuro sempre será incerto e surpreendente. Apenas tome um certo cuidado com as camisas de força, elas são o nosso pior inimigo. E nada do que mais uma dose de insanidade para viver bem. Tome-a você também, é grátis. E assim entre para o mundo dos loucos, ainda temos vagas de monte, mas venha logo, não perca esta chance única de sentir realizado consigo mesmo, de se livrar dos problemas e encontrar nas suas insanidades a paz interior. Seja o próximo da vez, é um tanto que tentador. Afogue-se em suas paranoias e respire o ar da gargalhada sem fim. Apenas loucos, apenas felizes. - Julia Klasener, cacadorade-palavras.

"Logo eu, que fui sempre tão segura em relação as minhas decisões, eu que sempre fui tão determinada quando o assunto era alguma escolha totalmente significativa, me sinto tão instável quando se trata de você. Eu que, me tornei tão cega depois de você aparecer. Porque não importa quantas coisas que vá a falar de ti, para ti, ou qualquer palavra que tem a ver contigo, sempre vai ser insuficiente, talvez até o meu amor seja escasso pra você, ou apenas tu não der a importância devida á ele. Porque quando se tratava de você, não tinha essa necessidade de me encobrir, me disfarçar ou até de não ser eu, porque você me entendia perfeitamente bem, mesmo isso nunca sendo o bastante. Eu sei que tu anda em uma confusão e desordem extrema comigo, porque sempre fomos assim, essa bagunça ambulante, esses desajeitados sem jeito mesmo, porque eu e você, sempre foi eu e você, e nada mais além do que isso, nunca chegamos perto de ser um “nós”. E tu sempre achou clichê essa coisa, e concordo, eu também, é terrível ter de admitir que eu sempre quis ser com você, o que tu nunca sonhou ser comigo. Juro que tento não por toda a culpa pra cima de ti, porque você odeia isso, odeia o quão eu sempre ponho toda a causa e justificativa nas tuas costas. Pesou? Digo, pesou essas minhas atitudes constantes de te julgar e tornar tudo o que você faz, pensa, fala, ou qualquer coisa relacionado a você, desprezível?
E bom, eu estou passando a compreender o motivo o qual tu sempre me soube tão bem e agora, encontra-se perdido quando se trata de mim. Eu sou confusa, sou? Deva ser, porque não bastava eu dizer muito, você conseguiria atingir um nível de entendimento cabível. Eu sou impaciente. Eu tenho pressa. Se as coisas não saem como eu quero, eu emburro, eu grito, esperneio e faço birra, volto aos 5 anos de idade. E tu detesta isso, e deve ter passado a me detestar também, na verdade, você passou a odiar qualquer coisa que se relacionava a mim, até minhas bandas favoritas, minhas comidas, o modo como eu falava, tudo. Ou então, tu nunca gostou de absolutamente nada em mim, de mim. E se gostou, nunca demonstrou isso.
Eu sei que nunca irá passar pela tua cabeça o motivo de tanta coisa sem cabimento faladas por mim, ou escritas, quem sabe. Nunca irá passar pela tua cabeça, alguma explicação sequer por o qual eu tenha regredido tanto. Por não te atender, por não te falar nada, por fingir não se importar com nada que venha de ti, por acabar algo que nem começamos; Por minhas faltas, suas, nossas. Por toda minha intensidade, por minha falta de realidade e excesso de imaginação, por esse meu mal hábito de por coisas sem valimento algum em mente, por causa dos meus erros, seus, nossos. Por causa da minha ânsia de saber como você tá, como foi o teu dia, mesmo tu sendo totalmente desinteressado por tais questionamentos. Sem se esquecer, que tu nunca irá receber alguma explicação o qual eu tenha desistido, aguardado tua compreensão, por sentir falta e voltar. E principalmente, por lhe fazer esperar muito e não lhe oferecer nada. E tu nunca irá passar a saber o pretexto o qual eu sou esse cubo de gelo, essa tempestade. E bom, me perdoe por ser esse nada que sou. Você tem muitas perguntas que merecem respostas, mas eu simplesmente não as tenho. Eu sei que dói. Desculpe.
Porque nunca foi minha intenção, depois de tudo, apesar de tudo, te pôr distante de mim. Digo, literalmente, porque com todas essa confusão ao redor de nós, eu continuei aqui, com você. Mesmo morrendo internamente e até que, vagarosamente. Você me conhece. Eu morro todo dia, mas eu vivo também. E bom, por que não vem comigo? Não precisa trazer muita coisa, o teu amor já basta. E antes de tu reclamar sobre as babaquices e futilidades as quais eu tanto falo, conte-me as tuas também, conte-me sobre suas vontades, sobre suas histórias dos 6 aos 9 anos, seus medos, de tudo, qualquer coisa que vier de ti, basta pra mim. Porque, se não sabe, o seu silêncio me agride. E se tu acha ou até comprova que sou um peso pra ti, um fardo, uma carga, eu carrego, juro que carrego. Mudo por você. Não somos completos, disso chego até a ter certeza, mas somos um do outro, assim, sem mais nem menos, sem explicação ou motivo algum. E se tu quiser, sem pressão alguma, pode pegar minha parte ruim e me ajudar a transformar isso em algo bom. E assim faço o mesmo com os teus inúmeros defeitos, -que chego até a gostá-los-. E eu quero, se for mesmo por nós, eu quero. Porque na nossa soma, um mais um, sempre será um. E é assim que tem de ser."
~ Eu sei que eu tenho um coração inconstante, mas você não se lembra a razão pela qual me amou antes? Ariel S. (via lost-t)
"Vou correr atrás da minha felicidade, ela estava tão perto e não pude exerga-lá. Meu melhor amigo.

Então veio, você. Apenas tudo o que eu menos queria sentir o amor novamente. Quando chegou à turma do cursinho, veio simples, do nada. E não sei da onde saiu, alguém sabe? Veio sentar ao meu lado, como podia, e sempre assim, tentou puxar assunto, mas como eu sou tão sem assunto, continuamos naquele inevitável silêncio. Embora ambos, estivéssemos envergonhados sem dizer nada, ele me convidou para sair. Foi um sonho, isso acontecer era muito tímida para fazer isso, meu primeiro encontro, estava á mil meu coração… Como sempre tão tolo. Era pleno outono, as folhas caíam e o dia dos namorados, estava chegando meus pensamentos iludidos, acreditavam que passaria com ele. Entretanto tampouco, ele tinha que parar de ser assim, tão “clichê”, perdi meu outro desamor, por motivos iguais. Ouvi um som soar da porta, logo mais foi atender, era ele. Bom ele disse que não poderia ir, pois iria ao médico. Como sou uma ingênua, tola acreditei e marcamos para outro dia então. Embora estivesse triste, passou rápido e logo fui à praça encontrar algumas amigas para contar o que tínhamos planejado. Quando cheguei lá, o tempo que fui, deu para eu ver o que ele estava fazendo. Ao ver me senti outra idiota nas mãos dele, me senti iludida pelo amor outra vez, dissera mim mesma que não ia acontecer e aconteceu. Era tão irreal, mas pra mim era surreal, tudo não se passava de mais uma acreditando, que ele poderia ser diferente. Entretanto eu o vi, ao lado de uma garota, ele não parecia ser médica, nem assistente de um, estava conversando com ela, muito próximos um do outro. E o que ele me fez, nada. Apenas me fez acreditar em seu amor. Que me fez se iludir, horas antes ele me mandou um sms no cursinho de inglês, dizendo “Me apaixonei pelo seu sorriso, queria te conhecer melhor, um abraço seu amor”. Isto fez meu coração pular, mais do que estava no dia do meu aniversário, e que meu melhor amigo se declarou pra mim, na frente de meus parentes, foi tão emocionante, mas eu não sentia o mesmo. Devia ter ficado mais tempo com meu amigo, ele pelo menos não seria assim, qualquer hora vou falar com ele na aula, ou pelo twitter. Parece que não me sinto bem ao dizer, pude conseguir esquecer como era amar, o problema e que tenho que parar de ser tão assim, ingênua. Talvez isto me faça sentir melhor, vou correr atrás da minha felicidade, ela estava tão perto e não pude exerga-lá. Meu melhor amigo. Então fui tentar esquecer toda essa bagunça que aconteceu passeando pela praia. Embora não quisesse falar com ninguém, naquele propício momento, veio um rapaz parecia mais um nerd, do que um garoto que me fazeres esquecer o que aconteceu. “-Oi, posso sentar ao seu lado?
“-Claro, porque não?
“-Qual é seu nome?
“-Mari e o seu? (naquela hora me senti tão irritada com essa pergunta)
“-Marcelo
“-O que tem na mão?
“-Um anel, iria dar a minha ex-namorada…
(silêncio)
“-Porque iria dar? (me senti igual a ele sem alguém que o completasse)
“-Ela terminou comigo.
“- Eu também perdi quem amava
“- Ruim isso não acha? E a segunda vez que perco quem amo, não quero sentir isso de novo.
“- Acho não é.
“- Sabe sinto que te conheço de algum lugar
“-Também acho a mesma coisa (naquele instante reconheci algo bom)
“-Marcelo?
“-Mari?
“-Você?
“-Você?
(silêncio)
Depois de muito tempo sem nos falarmos,reconheci meu melhor amigo, aquele que sempre esteve ao meu lado, e deixei ir embora quando não sabia que era ele, que me faria feliz no certo “amor”, que diria meu melhor amigo nerd, que ainda seria um, com aquele óculo, todo estranho me faria sentir amor, por ele. Estranho isso, mas pelo menos me sinto assim feliz, nunca me senti assim. Não sabia que isso aconteceria, ele estava tão perto e não pude exerga-lá. Meu melhor amigo. E posso garantir que foi a segunda vez que o amor bateu a minha porta. “E assim pude reconhecer que a solidão não estava mais perto de mim."
"Revistando minhas antigas caixas empoeiradas, encontrei em uma delas, uma relíquia… Sim de fato, meu primeiro diário, tão velho e com as folhas caindo aos pedaços, apressei-me em abri-lo e já era de se adivinhar o que estava escrito na primeira página… Meu primeiro amor, sim, todas as suas características estava descrito naquela primeira folha, adiantei-me e já na segunda estava lá à primeira vez em que lhe dei um oi, meu entusiasmo era grande de acordo com que li, mas eu era apenas uma pobre apaixonada, acreditava que tinha encontrado o grande amor da minha vida, mas que boba eu ter pensado assim, bem sabemos sempre estamos nos enganando com a vida, o destino não é certo, e nada é pra sempre, tudo um dia acaba indo, tudo um dia se desgasta com o tempo […] Dei um pulo para as últimas folhas daquele diário e pude ver o quanto eu estava devastada, meu primeiro amor havia ido embora, e eu estava em prantos, devia ter molhado aquela folha enquanto estava escrevendo, lá dizia que minhas lágrimas pareciam não ter fim, pulei de Novo para a última folha, e lá estava escrito “A dor do amor é pesada demais para ser carregada”, e mais uma verdade veio á tona, mas aquilo já haverá passado, e eu superei, estou aqui firme e forte e se não fosse por eu ter encontrado aquele diário nem me recordaria mais de tal amor, mas é assim mesmo, amores vem e se vão com o tempo, até porque o amor sempre estará presente em nossas vidas, temos que carregá-lo a todo momento, temos que ter amo próprio, amor pela nossa família, e tantos outros amores, o amor faz parte de nossa essência, faz parte de quem nós somos, e de fato o amor é o sentimento mais belo que existe […]"
~ ~ Escritas do primeiro diário (Gabriela D.)
"Quando alguém está gostando de nós não procuramos questionar, pelo menos eu não. É difícil encontrar um cara que goste do meu pacote. Juro, meu biscoito não é dos piores. Eu sou… Falante, procuro gostar do que a outra pessoa gosta, eu sou meio estressada, mas sei ouvir também. Eu sou legal pra caralho! O que fode mesmo é a embalagem. É meio… Amassada. Talvez eu seja o salgadinho que tenha ficado muito tempo na prateleira, mas, e daí? Apareceu alguém que quisesse me comprar, que estivesse afim de me comer - literalmente - com vontade. Alguém que não se importava com o meu prazo de validade. Ele gostava de mim assim, e ele era meio esquisitinho, mas eu gostava dele também.
Era uma quarta-feira nublada, lá pro finalzinho de abril. Eu fui até minha padaria preferida, bateu uma vontade de comer um pão. Aqueles bem quentinhos, acompanhados até de um presunto e lotado de calorias. Eu larguei a dieta de lado, junto com a força de vontade. Eu me olhei no espelho e pensei: “Quer saber? Foda-se. Essa banha na barriga me deixa sexy, esses furinhos na minha bunda são atraentes e, minhas coxas, talvez até sejam gostosas.” Não dá pra ficar encanando com uns números idiotas de uma balança mais idiota ainda, e mais idiota que isso só a tonta em cima dela. Bom, todo esse blá blá blá de tentar eu mesma aumentar minha auto-estima até abriu um sorriso no meu rosto, sorriso esse que foi embora logo que o padeiro respondeu minha pergunta. “Pão? Desculpa, acabou hoje cedo! Só amanhã agora…” Padaria sem pão, é isso mesmo? É tipo aquela música da Marisa Monte, “Avião sem asa, fogueira sem brasa; sou eu assim, sem você”. Padaria sem pão não é padaria, e eu sem meu pãozinho francês, como fico? Decidi olhar e ver outra coisa que me agradasse, haviam muitos doces, mas só algo salgado acaba com a minha fome. Ele me sugeriu pães de queijo, tinham acabado de fazer, e era a minha melhor opção no momento. Pedi seis, exatos seis pães de queijo, ele me entregou a sacola, paguei e saí. Sentei logo do lado de fora, em uma das mesinhas, só tinha eu e isso era ótimo. Odiava comer com gente me olhando. Sei lá, parece que eles querem controlar o modo que nós comemos ou o que deveríamos comer. Passou uma senhorinha de bengala, com uma puta dificuldade de andar e daí… Lembrei que havia esquecido de levar minha avó no médico! Minha mãe ia me matar. Saí correndo pra casa, na esperança de que a velha ainda estivesse me esperando. Subi as escadas já exausta; a padaria ficava uns 15 minutos da minha casa, mas poxa, correr cansa. Bati na porta, umas cinco vezes e ninguém me atendeu, olhei em cima da máquina de lavar e tinha um bilhete. “Esqueceu denovo de levar tua avó no médico né Mariana? Sempre eu nessa casa, se não fosse por mim nada funcionaria aqui dentro. Enfim, não demoro, quando eu chegar em casa a gente conversa!” Pensei: “Fudeu, minha mãe vai me matar.” Repensei: “Caramba, esqueci meus pães de queijo!” Não houve tempo para um trepensar, lá estava eu correndo denovo pela rua. Minha mãe não tinha deixado dinheiro, e ainda tinham três pães de queijo, e estavam realmente bons, eu não podia simplesmente deixá-los pra lá, entende. Beleza, cheguei na padaria e adivinha? Tinha um cara sentado na mesa onde eu estava, e pior, comendo meus pães de queijo. Logo pensei que ele tivesse algum problema, qual pessoa em seu estado mental normal comeria algo deixado por alguém que ele nem sabe quem é? Eu sou cara de pau mesmo, sempre fui. Sentei na frente dele e comecei a falar. “Esses pães de queijo eram meus!” “Eram?” Ele ri “Desculpa, sério. É que estavam aqui em cima e não tinha ninguém, já estão frios, mas…” “E se eu tivesse colocado algo neles? Veneno ou coisa assim?” — Ele ri novamente, por não ver lógica nas minhas palavras. — “E por que você faria isso?” — Dei um sorriso bem sem graça. Quem não havia visto lógica naquela merda toda agora era eu. — “Olha, eu só comi dois, ainda tem um aqui, se você quiser…” — Era isso mesmo? Ele estava me oferecendo meu próprio pão de queijo? Pelo amor de Deus… — “Não, obrigada. Pode terminar de comer.” “Mas, e aí, o que te fez comer pão de queijo? Digo, normalmente as garotas da sua idade preferem algo mais saudável. São muito preocupadas com o peso e essas coisas, sabe como é né…” — Eu podia ter dito que sim, que sabia como era, e que foi pelo contrário que eu resolvi comer. Pela minha despreocupação com os quilinhos a mais. Eu poderia ter contado dos furinhos na minha bunda, das minhas coxas grossas e das minhas banhas na barriga. Eu poderia ter contado toda a luta que eu havia tendo contra a balança. Mas, “garotas da minha idade?” Qual é, ele não pareceu ser muito mais velho que eu; parecia ter uns 22 anos, no máximo… — “Não sou como as garotas da minha idade.” “Percebe-se…” “E você provavelmente não é como os garotos da tua idade, acho que nenhum deles senta em uma mesinha de padaria pra comer os restos que alguém deixou” — Ri. Ele riu devolta. — “Ah… Eu pensei, “quem sabe se eu não sentar aqui acaba aparecendo uma garota linda pra buscar?” Parece que eu acertei né…” — Fiquei roxa, rosa, amarela. Definitivamente, não sei reagir à elogios. Eu não sabia reagir à ele. Aquela barba mal feita, o sorriso perfeito (tava sujo de pão de queijo, mas continuava perfeito), e… Aqueles olhos. Porra, aqueles olhos eram tudo. Do tipo que a gente fica pensando: “Me olha enquanto eu durmo? Enquanto eu te faço carinho, me olha enquanto eu lavo a louça, enquanto eu faço pizza, só… Me olha!”
E foi assim. Ele me olhou por sete meses. Foi um dos meus namoros que mais duraram, sei lá, a maioria não passa de três semanas. Eu afasto todo mundo e é isso aí (afastei ele também, mas demorou um pouquinho mais, graças a Deus). Todas as manhãs estávamos nós lá na mesinha da padaria com conversa fiada, e uns beijos entre uma mordida num doce ou outro, mesmo com um pouco de timidez da parte dele. A iniciativa de tudo sempre era minha. Mas quem se importa com timidez uma hora dessas, ele me amava; me amava por eu ser aquele último salgadinho da prateleira, me amava por eu ter essa embalagem amassada, gorduras e celulites."
~ E, acima de tudo, por causa de pão de queijo frio. Luana Rabello, ac-alma. (via ac-alma)
"É ridículo e um tanto que desesperador ainda ver crianças sendo sexualmente abusadas por ai. E o pior de tudo, é que são humanos da mesma espécie que nós que cometem esse ato horrível contra pequeninos indefesos, e sem a menor culpa do que esta sendo feito a eles. Eu queria apenas saber, o que estas pessoas que cometem esse crime, possuem na cabeça, porque miolos certamente eles não tem, o seu cérebro deve ser do tamanho de um grão de uva. Seres sem coração é o que eles são. Pessoas nojentas, imundas e cheias de maldade. Gente que não devia ter o direito de ainda estar vivendo em nosso mundo, de estar andando por ai como se o que fizessem fosse normal, e dentro das regras do mundo. Não me conformo em ainda ler todos os dias nos noticiários crianças traumatizadas, pela sua infância corrompida pelos abusos e maus tratos. E o mais torturante de tudo isso, é que em alguns casos são os próprios pais que cometem este ato infame aos filhos. Deplorável, angustiante e desesperador, a forma de como o mundo se tornou. Uma sociedade sem estruturas, e sem o menor aviso prévio de melhorar. É deprimente ver que em certos casos não é feito nada para mudar esta situação. O mundo está um caos, mas ninguém é capaz de perceber. Todos estão mais preocupados, em outras coisas, preocupados com si mesmos e deixando de lado e com menos importância o que lhes acontece ao seu redor. Mas ninguém vê que tudo esta desabando, e que a justiça é fraca em relação aos culpados desta infâmia que acontece todo dia por ai. Queremos justiça, e logo. Pois se algo não começar a ser feito contra esta difamação a vida destas crianças, mais tarde tudo tenderá a piorar. Me sinto culpada e fragilizada por não conseguir fazer mais do que isto no momento, mais do que escrever este singelo texto avisando ao mundo que daqui a pouco será tarde para reverter a situação. A cada dia que passa mais crianças ainda vão sofrer, vão ser abusadas, enquanto a justiça deste país anda parada vendo a situação toda passar entre seus olhos. Vamos agir, vamos lutar por um mundo melhor, vamos denunciar estes criminosos e previr pena de morte á eles, pois esse crime não ah perdão. Estragar com a inocência de uma criança é a pior catástrofe, o pior ato, o pior crime que pode ser cometido. Junte-se a esta causa, se cada um fizer a sua parte, tenho certeza que logo tudo estará melhorando, e sendo extinto o abuso sexual contra pequenos indefesos e sem a menor culpa. Pois criança quer brincar e não fazer sexo contra a sua vontade. Mais brinquedos e menos abuso, por favor."